09 dezembro 2014

Dicas de Leitura DDM - Como eu era antes de você


Oi gente! Tudo bem com vocês? Bem, hoje a minha indicação de leitura será de um dos livros que eu "devorei" nas férias do ano passado e decidi compartilhar aqui.
Como eu era antes de você, Jojo Moyes
Louisa tem 26 anos e mora com os pais, com uma irmã que é mãe solteira, seu sobrinho pequeno e com seu avó que, depois de um derrame, precisa de cuidados especiais. Seu namorado é um triatleta que parece mais interessado nos esportes que pratica que na própria namorada. Ela não liga muito. As coisas ficam difíceis quando Louisa perde o seu emprego de garçonete. Sem muitas qualificações, ela acaba aceitando o emprego como cuidadora de um tetraplégico.
Will Trainor era um homem bem sucedido, galanteador, esportivo. Isso até um acidente de moto deixá-lo tetraplégico preso a uma cadeira de rosas. Will torna-se, então, um homem extremamente amargurado, apesar de ter apenas 35 anos e ter uma condição financeira extremamente boa. A perda da mobilidade o faz descontar o ódio de sua atual condição em quem estiver por perto. E ele planeja dar um fim ao seu sofrimento.
Através da perseverança e da insistência, Louisa vai, aos poucos, entrando no mundo desse milionário depressivo e dando cor a sua vida. Eles só não sabem o quanto cada um vai mudar a vida do outro.
Como eu era antes de você é um romance que não se pauta nos contos de fada, pois mostra uma realidade viva, que não fica escondida atrás de nenhum glamour. Mas ao mesmo tempo, que é tratado com certa leveza e encanto, de uma fala simples e próxima do leitor, que fica comovido do início ao fim.
Outro aspecto interessante é a tentativa de mostrar o lado de quem está numa cadeira de rodas, de forma a nos aproximar, mesmo que pouquinho, do seu sofrimento. E contrapartida, mostrar a possibilidade de felicidade que coexiste a essa situação.
Pra quem for ler, é bom ter do lado uma caixa de lenços. 
Mas é um dos livros mais encantadores que já li.
E você? Interessou? Já leu? Conta pra gente!

03 dezembro 2014

Projeto Get Fit (Aulas Experimentais) - Jump


Olá meninas! Me perdoem pela demora na atualização, mas o tempo tem sido cada vez mais corrido. 
Voltando ao que interessa, nesse post vamos falar da terceira atividade experimental do Projeto Get Fit: o Jump.

jump emagrece
Cada um no seu quadrado, ooops, trampolim.
O Jump é um tipo de atividade aeróbica praticada sobre uma mini cama elástica ou mini trampolim, com movimentos diferentes que simulam saltos.
No geral, é ficar pulando sobre essa cama elástica em miniatura, mas se fosse só isso, o Jump não seria tão bacana.
Sobre o mini trampolim são feitas coreografias com as pernas e braços com movimentos determinados, que ajudam a impulsionar a pessoa para cima. Logo, é preciso equilíbrio e força para se manter em pé, pulando e, ao mesmo tempo, seguindo os passos do professor.
O pequeno trampolim é o instrumento principal nessa aula
Por ser um exercício realizado num movimento contra a gravidade, seus efeitos tornam-se mais intensos. E quais são eles? A perda de peso é um dos principais. E o mais interessante é que nessa atividade além de queimar gordura, você acaba tonificando seus músculos, principalmente os membros inferiores. Ou seja, além de auxiliar no emagrecimento, o Jump é também um tipo de exercício que ajuda a definir os músculos das pernas.

Aula de jump
Tá achando que é moleza? Sabe de nada, inocente...





















 


















 
Outra questão motivadora é o uso de músicas estimulantes e agitadas, trabalhando, assim, com diferentes variações de intensidade numa mesma aula.
O Jump não tem contraindicações, exceto para pessoas com diagnóstico de labirintite, grávidas e com instabilidade nos tornozelos e joelhos.
Em minha humilde opinião, o Jump é uma aula sensacional porque envolve treinamento aeróbico e música
Lembrando que todas as aulas experimentais das quais eu tenho feito divulgação aqui no blog foram devidamente feitas por essa pessoa que vos fala. 
Na próxima postagem, a atividade experimental da vez será o Spinning.
E você, já experimentou o Jump? O que achou? Conta pra gente!

01 dezembro 2014

Nunca fui beijada - Capítulos Finais


- Olha quem veio nos visitar...
- Calma, Ricardo, por favor.
- Eu estou calmo, meu bem. Só não estou entendendo o que esse moleque está fazendo aqui.
- Ele ficou preocupado comigo, só isso...
- Preocupado?! Tô vendo bem... - ele lançou um olhar cortante para as mãos do Renato, que seguravam nas minhas já desamarradas.
- Olha aqui, é o seguinte: Você vai ficar de boa aí e eu e a Daniela vamos embora. Fácil, simples e sem danos maiores. Inclusive a gente não vai te denunciar.
- Me denunciar? - um riso histérico explodiu no quarto. Naquele momento eu não sabia distinguir o que tinha de efeito das drogas e de insanidade nele - Vamos, me denuncie por amar demais! Seu bostinha metido à merda! Olha aqui, você. - foi quando o Ricardo tirou do bolso da calça uma arma - Você acha mesmo que vai vir aqui na minha casa, roubar a minha garota e as coisas vão ficar por isso mesmo??? Fala sério, garoto! Eu conheço a tua raça!
- Por favor, fica calmo.
- Então, quer dizer que era você que estava se intrometendo no nosso caminho? - mais uma crise de riso histérica - Ai, ai... Você realmente não me conhece...
- Posso até não conhecer, mas lembro de tudo que você fez com a Milena. - ouvir isso fez com que o riso cínico no rosto de Ricardo desaparecesse - Ela era minha melhor amiga e você destruiu a vida dela!
- Quem é Milena? - perguntei
- Fala pra ela! Explica como você acabou com a vida de uma jovem de 19 anos com esse amor que você diz sentir. - ele continuava parado, os olhos baixos fixos no nada - Você não vai falar nada? Então eu falo. A Milena estudou comigo durante o Ensino Médio. Ele era uma mulata de olhos verdes, que além de linda e simpática era muito inteligente. Sempre tive ela como uma irmã e isso era recíproco, nos conhecíamos desde que eu me conheço por gente. 
No primeiro ano, o Ricardo entrou na escola como professor substituto, mas logo tornou-se fixo. As meninas morriam de amores por ele e a Milena era a unica que não dava bola. Apesar disso, era uma das alunas mais participativas e inteligentes na matéria dele. A indiferença misturada com a inteligência dela devem ter despertado o interesse dele. Fora das aulas, ele sempre dava um jeito de estar onde ela estava. E aos poucos ela foi se entregando aos seus "encantos". 
No início do terceiro ano, já havia boatos de que os dois tinham um relacionamento fixo, mas foi em uma das festas pra arrecadação de fundos para nossa formatura que ele deixou isso bem claro: depois de beber todo o estoque de álcool, ele agarrou a Milena e beijou-a no meio da quadra. Foi embaraçoso. Todo mundo já sabia, mas ninguém esperava que ele desse um vexame daqueles. A Milena ficou furiosa e deixou ele sozinho que nem um idiota. Foi aí que as coisas começaram a sair do controle. 
Ela tinha um gênio forte, era dona do próprio nariz... Ela morava num apartamento sozinha, já que o pai morava no exterior e a mãe tinha falecido quando ela era muito nova. E era, acima de tudo, independente. Acontece que o Ricardo não aceitava isso. Ele ia atrás dela onde quer que ela fosse e muitas vezes fazia ela passar vergonha. Ele estava sempre bêbado, mas com o tempo, vimos que ele vinha usando coisas piores que o álcool. Ele chegou a machucar a Milena fisicamente.
- É mentira! - ele berrou aos prantos.
- Os hematomas que ela tinha mostravam o contrário. Foi quando ele perdeu o controle.
- Não! Não! Não! - ele parecia absorvido com lembranças que queria esquecer, chegando a tapar os ouvidos e se balançar como se fosse dissipar esse sentimento para longe.
- No ultimo ano de sua vida, a Milena me disse que estava planejando fugir dele. Segundo ela, era a unica forma de se livrar daquele relacionamento turbulento. Eu ajudei com a mudança, da forma mais discreta possível. Só que ele descobriu e ficou louco de ódio. 
A gente estava num carro alugado, levando o resto da mudança quando vimos o carro dele acelerando atrás. Ele berrava pela janela e ela tentava desviar o carro. No momento em que ele conseguiu parear o carro, a Milena olhou para ele e disse: "Eu não sou sua. Me deixe em paz!" 
Foi quando batemos de frente com um caminhão. O carro foi arremessado numa ribanceira. Não sei como, mas tive força pra sair do carro, que estava de cabeça para baixo. Encontrei a Milena desacordada com um corte profundo na testa. Eu já estava fora do carro, tentando puxá-la pela janela, quando o carro explodiu e me jogou longe. Até hoje não entendo como sobrevivi, mas perdi minha melhor amiga. Por SUA CULPA!
Ouvir aquilo foi tão forte para o Ricardo que ele se jogou no chão, chorando desesperadamente, se debatendo e puxando os cabelos.
Batidas fortes irromperam do nada, trazendo o Ricardo de volta ao mundo real.
- Abram a porta, é da polícia!
Eu já estava de pé, ao lado do Renato. 
O Ricardo se levantou e apontando a arma para nós dois parecia decidir sobre o que fazer a partir dali.


Continua ...
 

27 novembro 2014

Moda Linda

Meninas, o post de hoje é diferente, resolvi apresentar para vocês em forma de vídeo o site MODA LINDA, onde vocês encontram todos os produtos relacionados ao mundo feminino com facilidade. As compras por lá são seguras e tem muita coisa bacana!

Mas, vamos parar de blablablá e assistir ao vídeo? Espero que gostem!


E ai meninas, o que acharam do site? Querem comprar? Então acessem - www.modalinda.com.br

19 novembro 2014

Sobre amor e quase



É que mulher é assim sabe? Nós criamos na nossa cabeça um relacionamento perfeito, gostamos da pessoa, nos apegamos e sentimos medo, a todo momento e isso é ruim, porque esse é aquele famoso "amor romântico", que querendo ou não, aperta tanto que deixa de ser laço e acaba virando nó. Temos que perder essa mania de querer que tudo seja "perfeito" demais. 

Amor mesmo, é você deixar a pessoa livre, você se amar em primeiro lugar e se aquela pessoa, que você deixa livre, preferir estar ali, com você, então esse será o seu mais lindo amor, o amor genuíno, o amor que não espera nada em troca, que só quer que, independente de como, a outra pessoa seja o mais feliz que ela puder, junto ou separados, você deseja que a felicidade dela seja tanta, que você pode abrir mão da sua própria felicidade. 

Precisamos ter isso em mente, precisamos amar a felicidade do outro e desejar que o outro queira você ali, compartilhando tudo aquilo. Caso contrário, deixe ir! Porque amor e felicidade é você viver uma relação reciproca. Uma relação de certezas, uma relação onde é sempre sim e nunca "quase", porque quando a gente "quase" é alguma coisa, a gente não é nada.

03 novembro 2014

Imperfeita Simetria

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Já perdi as contas das vezes que me peguei olhando no espelho criticando meu corpo.
"Pra quê tanto peito? Podia ser pelo menos firme!
E essa celulite que invadiu o meu quadril por inteiro? Queijos suíços teriam inveja de mim, com certeza.
E as bruxas dos filmes de terror me tratariam como a rainha do cabelo de vassoura..."
Essa seria uma das "conversas" nada amigáveis, onde o mais importante é a minha crucificação. E é isso que a gente faz: se martirizar pelas faltas e excessos que nos constituem.
Passamos tanto tempo questionando o que poderia ser diferente no nosso corpo que perdemos a singularidade própria de todo e qualquer ser humano.
A verdade é que estamos tão absolvidos nessa busca pela perfeição, que acabamos cegos na tentativa de nos pautar através de uma realidade extremamente ampla. A perfeição é uma meta criada e ressignificada pelo tempo, história e, principalmente pelo ser humano que, apesar de tudo, não pode assumir a perfeição como dogma pelo simples fato dela ser mutável e só existir no mundo da nossa imaginação. Não se pode confiar num ideal que não tem suporte para se manter fixo. E mesmo se tivesse, não existe absolutamente nada que te obrigue a ser assim ou assado.
É preciso desmistificar a beleza e tirá-la do campo das idealizações.
Independente da cor da pele, do tipo de cabelo, do tamanho do manequim, do sexo, da religião, da postura como pessoa. Independente de toda e qualquer coisa, somos gente, caa um com sua singularidade e seu ponto de integração com os demais.
E é só através da aceitação do "eu" que podemos escapar dessa busca sem sentido pelas perfeição.
Enxergar-se por inteiro é o primeiro passo, aceitar-se é o segundo.
Por ultimo vem o amor próprio que tem o papel de guiar nossos olhos para que não se percam no conjunto da obra e salientem apenas um ponto fixo.
Porque, afinal de contas, somos um todo composto por partes.
Mas nenhuma delas pode ter maior significado sobre o todo porque ele se sobrepõe sobre tudo e nos faz ser quem somos e como somos.