Inseparáveis - capítulo VII

11 fevereiro 2012

- Oi princesa - eu sabia exatamente de quem era aquela voz.
- DANIEL, EU TE MATO. MAS ANTES ME EXPLICA COMO, TIPO, COMO ASSIM????
- E você achou mesmo que nós íamos ficar longes um do outro? - ele riu.
Fiquei sentada na cama sem entender nada.
- Já venho combinando isso com a tua mãe há muito tempo, desde quando você fez o teste. Ela foi lá em casa e me contou tudo, sugeriu que eu fizesse também, mas não te falasse nada. Gostei da ideia, fiz e passei. Aí combinamos de fazer a surpresa - ele explicou.
- Eu. Não. Acredito - falei pausadamente, porque eu realmente não acreditava em nada daquilo. Não acreditava, não, não estava acreditando que isso poderia ser possível. Será que eu ainda estava sonhando?
- Pode acreditar, você não vai se livrar de mim tão cedo - ele levantou da cama dele e pulou na minha.
- Mas como é que… Por que todo aquele drama? Ai, eu te odeio - ri.
- Porque não ia ter graça se você soubesse desde o começo, né bobinha - ele me abraçou.
E novamente me perdi naquele abraço.
- Ainda bem que você tá aqui, a cidade é legal, conheci uma parte vindo de táxi, mas com você tudo vai ficar bem mais divertido - sorri e o abracei.
- Tenho certeza que vai. Falando nisso, quer aproveitar o último dia antes das aulas começarem para dar um passeio?
- Siiiiiiiiiiim!!!
- Vai, se troca e vamos tomar café da manhã - ele disse e ficou parado me olhando.
- Tu vai ficar me olhando mesmo? Tipo, sério mesmo? - falei, rindo.
- Ué, não pode? - ele riu.
- DAN - falei brava.
- Tá, tá, eu viro - ele disse, deitando a cara no travesseiro.
- Se você se mexer, eu te mato - falei séria.
Comecei a me trocar, sem tirar os olhos dele.
- Daniel - ele tinha espiado.
- Parei, parei. Vai logo, tá difícil de respirar aqui.
- Pronto, terminei.
Ele levantou e me olhou com uma cara diferente.
- Que foi? - perguntei.
“Ela tinha acabado de acordar, mas mesmo assim, estava incrivelmente linda. Aquele shorts jeans, o vans preto, preferido dela, e a blusinha básica. O cabelo estava meio bagunçado, mas isso a deixava mais radiante ainda. Simples e perfeita.” (Daniel)
- Nada - ele respondeu depois de um tempo.
- Mesmo? Essa roupa não tá boa? Será que eu troco?
- Tá perfeita, vamos - ele me puxou.
Tomamos café da manhã e saímos para conhecer a cidade. Pedimos indicação de lugares legais para conhecer à coordenadora Paula. Ela nos deu um mapa com ótimos pontos à serem visitados.
- Quero ir nessa praça primeiro, podemos? - perguntei.
- Como a senhorita desejar - Dan disse, rindo.
- SENHOR DO CÉU, QUEM É AQUELE? - parei por alguns segundos.

Um comentário:

  1. MAL POSSO ESPERA PELO PROXIMO CAPITULO.

    http://asgarotasdonl.blogspot.com/

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