Na música nada se perde, tudo se reconecta!

14 agosto 2015


Muito provavelmente seus pais, tios e até avós já te pegaram cantando ou dançando freneticamente uma música e falaram: “Iiiiiih minha filha, eu também já dancei muito essa música nos meus tempos de mocinha!”. E você fica tipo, “Impossível, ela só pode estar confundindo não é mesmo?”. Não, ela não está e sim, você está ouvindo um remake e antes que você fique decepcionado ou até xingue seu cantor preferido pela música não ser dele, saiba que da muito trabalho (as vezes até maior) dar uma repaginada em uma música que já existe e é muito legal perceber a conexão que fazemos com nossos parentes pelo simples fato de gostarem de uma música em comum! É o mundo da música se conectando fazendo com que nada se perca! 

A minha ideia de falar sobre isso com vocês começou assistindo ao filme “Monte Carlo” que toca uma versão lindíssima da clássica “La Vie Em Rose” de Edith Piáth lançada em 1946 e que até hoje, leva muita delicadeza por onde passa.


E aí como a minha marca registrada, de ser uma “bagunçada musical”, não pode passar em branco, na semana seguinte, o mocinho Gusttavo Lima lançou o seu novo DVD, repleto de regravações de clássicos sertanejos que dão vontade de ir correndo pra uma fazenda, jogar baralho e ouvir som de passarinho acompanhado de todas as músicas do DVD incluindo essa regravação de “Ela é demais” de Rick e Renner, em 1998. 


No caso das telinhas também temos diversos exemplos. Os realities musicais como, “The Voice” e “The X Factor”, são danados pra fazer isso e o seriado amado “Glee” também é o campeão disparado de vezes que ouvi minha mãe dizer a frase que usei no início desse post. Separei para vocês, dois remakes que eu amo, “(Sittin' On) The Dock of the Bay", canção de 1967 regravada pelo Chris Jaminson, no “The Voice” do ano passado. E a maravilhosa balada “Beth”, lançada orginalmente pelo Kiss em 1976, e reagravada para o seriado Glee.



No mundo da televisão brasileira, também vimos recentemente, alguns exemplos super fofinhos e apaixonados de remakes que amolecem qualquer coração! É o caso de "Eu Amo Você" lançada originalmente, em 1970 por Tim Maia, e "What a Wonderful World" de 1967. 



Nas telonas também não faltam exemplos, mas, dos mais recentes, eu destaco o remake de California Dreamin’ feito pela Sia para o filme “San Andreas”. A música original é de 1965.



Eu sei que já postei há um tempinho atrás falando sobre o projeto da Miley Cyrus que regravou vários clássicos. E a versão dela com a Ariana Grande de “Don’t Dream It’s Over”, música de 1986, ficou tão boa e tão de acordo com o tema de hoje, que eu vou respostar. Quem nunca né?



É sempre importante lembrar gente,que fazer um remake  tem a ver com regravar e dar uma cara totalmente nova para uma música que já exista há um bom tempinho que são esses casos que mostrei pra vocês! É diferente portanto, de um cover, que já é algo bem mais parecido com a versão original e não necessariamente se trata de uma música antiga. E vocês? Tem um remake preferido? Compartilha com a gente nos comentários! 


 


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