O amor que não vivemos

10 dezembro 2015


Olha eu aqui, moreno, te escrevendo mais uma daquelas cartas que você nunca vai chegar a ler. Estava aqui pensando na gente e gostaria de te agradecer por tudo que não vivemos, pelos filmes que não vimos, pelas noites que não passamos juntos e por cada vez que não contamos um pro outro o quanto nós éramos especiais juntos. 

Queria dizer que tenho sentido falta de tudo que não pudemos ter por conta do seu medo. Das conversas sobre onde passar o ano novo, de onde viajar nas férias, de pra qual cidade iríamos no carnaval. Sinto falta daquela briga que a gente nunca teve, do beijo molhado na chuva que a gente nunca deu e das noites em claro que a gente nunca passou.

Sabe moreno, gostaria de te dizer que o seu medo acabou com a gente antes mesmo da gente começar. Sua indecisão fez a gente cair do muro e o pior, cada um pra um lado. Essa sua falta de vontade de se arriscar fez com que a gente não vivesse os melhores momentos das nossas vidas juntos.

Então moreno, ouve bem o que eu vou te dizer. Não perde outra mulher por medo do que vai ser. Deixe tudo acontecer exatamente do jeito que tem que ser. Deixe com que as águas rolem, com que o mundo gire, com que as brigas aconteçam. Aproveite a chuva e beije a tua menina, não deixe mais uma sentir saudade do que nunca pode ter.

E finalizo moreno, dizendo uma coisa que eu quis te dizer o tempo inteiro: mar calmo nunca fez bom marinheiro. Mergulhe nas suas emoções e aceite o que vier. O destino é bom o tempo inteiro, é certeiro, não vá deixar passar os bons momentos por ter medo de descobrir o quanto é bom ser inteiro.

2 comentários:

  1. Que fofura, Pamella! Estou aqui pela primeira vez e adorando. E, para você e as meninas: se não conhecem o Sem Quases, corre aqui! É o nosso cantinho, repleto de muitos fatores sobre filmes, séries, música, tecnologia e mais! WWW.SEMQUASES.COM

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    1. Oi Vanessa!!

      Que bom que gostou ♥

      Vou conhecer o seu cantinho sim...

      Beijos

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